A FORÇA DAS PALAVRAS


loboCerta vez, uma matilha de lobos estava viajando pela floresta, quando dois deles caíram num buraco. Assustado o grupo rodeou o buraco e, quando percebeu quão profundo ele era, gritaram que os dois podiam considerar-se mortos.
Os dois ignoraram o aviso e tentaram com toda a força e vontade pular para cima e sair daquilo que mais parecia um precipício . A matilha continuou gritando que não adiantava tentar sair porque o buraco era muito fundo e eles estavam perdidos, podiam economizar suas forças e considerar-se mortos. Depois de algumas tentativas, um dos lobos deu ouvidos ao aviso de que já estava perdido e desistiu, deitou-se e morreu.
O outro lobo continuou tentando sair, colocando em cada pulo toda a sua força. Mais uma vez o grupo gritou aconselhando a parar de tentar que isto só levava à frustração e sofrimento, que era melhor desistir e morrer logo. Enquanto a matilha gritava o lobo no fundo do buraco pulava cada vez com mais força e vontade até que conseguiu cair fora do buraco. Quando isto aconteceu os outros o rodearam perguntando, você não nos ouviu? O lobo explicou que era surdo. Durante todo tempo, ele acreditara que o grupo o estava encorajando.

Moral da história:

Existe poder de vida e morte no que se diz. Dizer palavras de encorajamento para alguém que está passando um momento difícil pode dar a energia e a ajuda que o outro precisa para completar uma tarefa.
Uma palavra destrutiva dita a alguém no momento errado, pode empurrar o outro ainda mais para o fundo do abismo. Tenha cuidado com o que diz, tente sempre usar uma linguagem positiva com aqueles que cruzam seu caminho. Qualquer um pode dizer coisas que roubam a energia que o outro precisa para atravessar tempos difíceis.

Um comentário em “A FORÇA DAS PALAVRAS

  1. Parabéns pelo texto CYRUS!

    Aprendendo com o Lobo Sudo.

    As pessoas no mundo inteiro, realmente precisam de palavras boas que produzam um efeito positivo em suas vidas, pois de menságens que insitam a vilência, o sensualismo, o sensacionalismo, e até o fracacismo e o derrotismo, é o que mais vemos no dia a dia. Mas, percebo que o texto é rico em muitas lições que vale a pena serem comentadas: A 1ª lição, a atitude dos companheiros, os que não “cairam” no buraco, e em nenhum momento eles tentaram ajudá-los ou fazer alguma coisa para os tirar daquela situação, somente palavras de desânimo. A 2ª lição, é em relação a atitude dos que tinham caido, começaram lutando até que um deles resolve parar de tentar sair daquela situação por causa das palávras de desânimo que ouvia por parte dos que o “assistiam”.

    Penso que seria importante aprender com o lobo surdo e com o fracasso da tentativa de comunicação dos “companheiros” dele. Vejamos que nesse caso apenas um deles morreu, o outro por não compreender o que eles tentavam dizer continuou lutando até conseguir sair.

    Segundo os estudiosos e isso é facilmente perceptível por todas as pessoas, que nós os seres humanos temos uma capacidade muito grande de socializar e de compartilhar idéias e pensamentos e isso só é possivel através da comunicação. Mas para tanto é preciso que esta funcione perfeitamente é preciso que os ouvintes considerem também os elementos da comunicação, todos nós somos seres pensantes, é preciso processaar a informação recebida de forma correta. Por exemplo: um dos elementos importante da comunicação é o “Emissor” – aquele que envia a mensagem, precisamos saber se ele é confiável ou não. o outro é o “Destinatário” – é aquele a quem a mensagem é endereçada e se este fou eu eu preciso saber se o que ele está dizendo de mim ou pra mim se é verdadeiro ou não e isso já engloba um outro elemento a “Mensagem”. E ainda tem o “Canal de comunicação” e “Codigo” que implica pensar de que forma ele está transmitindo e o que isto vai me custar se eu acreditar nele ou não.

    O que eu quero dizer é que não somos obrigados acreditar e assimilar tudo o que vemos e ouvimos, somos também seres pensantes dotados de inteligencia dada por Deus para que possamos usufruir da melhor forma possivel. esta é uma menságem tambem para os ouvintes ou destinatarios apenas passivos, é preciso sermos como os crentes de Beréia eles conferiam se as coisas eram realmente assim. (Atos 17: 10,11)

    Um abraço a todos.

    Ev. Edjenaldo

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